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quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Suspenso julgamento de acusados de matar delator de estupro coletivo
Defesa dos acusados apresentou mais duas testemunhas.
Testemunho e sentença devem ser dados na próxima segunda-feira (21).
(Foto: Catarina Costa/G1) |
O julgamento da morte de Gleison Vieira da Silva, delator do estupro coletivo em Castelo do Piauí que foi espancado até a morte dentro de uma cela do Centro Educacional Masculino (CEM), foi suspenso. A sentença do inquérito seria dada nesta quinta-feira (17), mas o julgamento teve uma nova data marcada porque duas novas testemunhas serão apresentadas no processo.
De
acordo com o juiz Antônio Lopes, da 2ª da Vara da Infância e da
Juventude em Teresina,
a defesa dos menores solicitou ouvir mais duas testemunhas que irão
reforçar as teses apresentadas. A audiência deverá acontecer na
próxima segunda-feira (21), na sede da 2ª Vara, na Zona Sul de
Teresina.
“Foram ouvidas 10 testemunhas, mas duas novas
pessoas devem ser ouvidas e colaborarão no julgamento. É importante
ouvir essas pessoas para não haver dúvidas sobre o caso, por isso
atendi ao pedido”, disse o magistrado.
A defensora pública Aline Patrício, que faz a defesa dos adolescentes, explicou que foram apresentadas duas teses para a Justiça: a primeira seria a de que o estado seria o co-responsável pela morte do Gleison e a segunda é que os acusados estão desde o início colaborando com a investigação e por isso merecem uma medida socieducativa menor. “Apesar de eles terem assumido a autoria do crime isso poderia amenizar na condenação já que eles colaboram com as investigações”, contou.
Depois que a audiência acabou na sede da 2ª Vara
da Infância, os três jovens foram levados de volta ao Centro de
Internação Provisória (Ceip). O juiz Antônio contou ainda que,
mesmo após a sentença, os três jovens continuarão apreendidos na
unidade, e só serão transferidos para o CEM após a ampliação na
unidade socioeducativa.
O diretor da unidade de atendimento socioeducativo
da Secretaria da Assistência Social e Cidadania (Sasc), Ancelmo
Portela, que foi uma das 10 testemunhas ouvidas no processo, afirmou
que o Governo do Piauí já autorizou a reforma no Centro
Educacional. A mãe do Gleison que era testemunha de acusação, não
compareceu à audiência.
Inquérito policial
Um áudio dos adolescentes confessando que participaram do estupro coletivo em Castelo do Piauí foi crucial para a conclusão do inquérito que investigava a morte Gleison Vieira da Silva, delator do crime que foi espancado até a morte dentro de uma cela do Centro Educacional Masculino (CEM).
Um áudio dos adolescentes confessando que participaram do estupro coletivo em Castelo do Piauí foi crucial para a conclusão do inquérito que investigava a morte Gleison Vieira da Silva, delator do crime que foi espancado até a morte dentro de uma cela do Centro Educacional Masculino (CEM).
“Levei em consideração esse áudio que vai
contra a versão dada pelos garotos após a morte no CEM. Eles
alegaram ter cometido o homicídio porque são inocentes e o Gleison
quem os colocou nesta situação”, falou a delegada Thais Paz da
Delegacia do Menor Infrator.
Para a polícia, a morte do Gleison foi associada
por ele ter sido o delator do estupro e que havia um pacto entre eles
para que ninguém falasse nada. A delegada lembrou que antes da
transferência dos menores para o CEM, a vítima contou em depoimento
que estava sendo ameaçado pelos outros três adolescentes.
Durante a investigação, os três menores não
falaram se a morte de Gleison foi planejada e por isto aceitaram
dividir mesma cela.
Defesa dos acusados
A defensora pública Alynne Patrício revelou que apresentou duas teses na defesa dos suspeitos. Segundo ela, a primeira teoria é que o estado também é responsável pelo fato e a outra é que os adolescentes colaboram desde o inicio com a investigação.
A defensora pública Alynne Patrício revelou que apresentou duas teses na defesa dos suspeitos. Segundo ela, a primeira teoria é que o estado também é responsável pelo fato e a outra é que os adolescentes colaboram desde o inicio com a investigação.
Os três nunca deveriam ter sido colocados
na mesma cela que o Gleison. Desde o início, eles alegam inocência
e a justiça sabia do risco de deixá-los juntos. Agora, sobre a
confissão no assassinato do Gleison, vou colocar isso para conseguir
uma redução da pena”,comentou.
Gleison cumpria medida socioeducativa por
participar do estupro
coletivo de quatro meninas em Castelo do Piauí. Ele e mais três
adolescentes foram condenados pelo crime. Após a morte do
adolescente, os outros três menores culpados pelo estupro coletivo
foram retirados do CEM e agora estão no Centro de Internação
Provisória (Ceip). Eles foram condenados a cumprir três anos de
internação por participação no estupro coletivo e estavam juntos
no mesmo alojamento quando Gleison foi agredido e morto.
Laudo cadavérico
O resultado do laudo cadavérico no corpo de Gleison Vieira mostrou que ele foi morto a socos e pontapés. “A vítima faleceu em decorrência de traumatismo craniano, provocado por uma ação contundente. O que para a gente quer dizer um espancamento. Não houve a utilização de nenhum outro instrumento. Apenas socos e pontapés”, afirmou Thais Paz.
O resultado do laudo cadavérico no corpo de Gleison Vieira mostrou que ele foi morto a socos e pontapés. “A vítima faleceu em decorrência de traumatismo craniano, provocado por uma ação contundente. O que para a gente quer dizer um espancamento. Não houve a utilização de nenhum outro instrumento. Apenas socos e pontapés”, afirmou Thais Paz.
A investigação que apura a morte de
Gleison Vieira da Silva, de 17 anos, será acompanhada de perto pela
Comissão da Infância e Juventude do Conselho Nacional do Ministério
Público (CIJ/CNMP). Em despacho, o conselheiro e presidente da CIJ,
Walter de Agra, afirmou que a vítima foi colocada no mesmo
alojamento com outros três adolescentes que já tinham feito ameaças
contra Gleison. A intenção é apurar se houve negligência ao
colocar todos o envolvidos na mesma cela.
Do G1pi.com
terça-feira, 5 de maio de 2015
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Morre Jair Rodrigues aos 75 anos
Morreu o cantor Jair Rodrigues, aos 75 anos. De acordo com a JRC Produções, o músico estava em casa, em Cotia (SP), e a família aguarda a chegada da perícia. Não foi divulgada a causa da morte.
Jair Rodrigues também ficou conhecido pelo trabalho ao lado de Elis Regina. Os dois iniciaram a colaboração em 1965 e lançaram o disco ao vivo "Dois na bossa". A boa repercussão do LP rendeu o convite para apresentar o programa O Fino da Bossa, que estreou em maio daquele ano na TV Record. Com Elis, o cantor lançou em 1966 e 1967 outros dois volumes da série "Dois na bossa".
A vitória no II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, foi outro ponto marcante da carreira de Jair Rodrigues. Ele concorreu com "Disparada", escrita por Geraldo Vandré e Teo de Barros). Na final, dividiu o primeiro lugar com "A banda", composição de Chico Buarque interpretada na ocasião por Nara Leão.
por g1.com
Ao G1, uma pessoa que se identificou como empregada doméstica de Jair afirmou por telefone que ele morreu "provavelmente de um mal súbito". Segundo ela, o cantor foi dormir normalmente na noite desta quarta-feira (7) e foi encontrado morto, na cama, já na manhã desta quinta-feira (8).
Por volta das 11h10 da manhã, ainda era esperada a equipe do Instituto Médico Legal (IML). A funcionária não quis informar se ele estava sozinho em casa. "Está todo mundo desesperado, porque ninguém estava esperando", disse.
Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava (SP), no dia 6 de fevereiro de 1939, informa seu site oficial. Pai dos também cantores Jair de Oliveira e Luciana Mello, ele começou sua carreira nos anos 1960, em programas de calouros.
Segundo produtora, cantor estava em casa, em Cotia (SP).
Ele era conhecido por sucessos como 'Disparada' e 'Deixa isso pra lá'.
Em 1962, gravou aquele que é consirado seu registro de estreia, um disco de 78 rotações. Segundo o perfil, duas das músicas, "Brasil sensacional" e "Marechal da vitória", tinham como tema a Copa do Mundo daquele ano, no Chile, que foi vencida pela seleção brasileira.
Em 1964, gravou seus dois primeiros LPs, "Vou de samba com você" e "O samba como ele é". Seu maior sucesso no período foi a música "Deixa isso pra lá", tida como precursora do rap no Brasil. Marcada pelo movimento característico das mãos de Jair Rodrigues, a faixa foi regravada em 1999 em parceria com o grupo Camorra, diz o perfil.
Jair Rodrigues também ficou conhecido pelo trabalho ao lado de Elis Regina. Os dois iniciaram a colaboração em 1965 e lançaram o disco ao vivo "Dois na bossa". A boa repercussão do LP rendeu o convite para apresentar o programa O Fino da Bossa, que estreou em maio daquele ano na TV Record. Com Elis, o cantor lançou em 1966 e 1967 outros dois volumes da série "Dois na bossa".
A vitória no II Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, foi outro ponto marcante da carreira de Jair Rodrigues. Ele concorreu com "Disparada", escrita por Geraldo Vandré e Teo de Barros). Na final, dividiu o primeiro lugar com "A banda", composição de Chico Buarque interpretada na ocasião por Nara Leão.
por g1.com
quarta-feira, 9 de abril de 2014
'Agradeço ao professor', diz Valesca Popozuda sobre questão polêmica
Professor cita Valesca Popozuda como pensadora contemporânea em prova
Funkeira agradeceu ao professor e se diz lisonjeada como 'pensadora'.
A funkeira carioca Valesca Popozuda soube da polêmica envolvendo sua música em uma prova em uma escola de Brasília na noite de segunda-feira (7), em Fortaleza, onde viaja para divulgar a música Beijinho no Ombro, seu mais recente sucesso, citado na avaliação. “Agradeço ao professor Antônio por ter lembrado da Valesca Popozuda. Ele queria causar – vi a entrevista dele hoje –, mas ele não sabia que ia causar tanto desse jeito”, diz a cantora.
Nesta terça-feira (8), Valesca Popozuda deu entrevista a várias rádios e TVs em Fortaleza, onde comentou a polêmica da sua música citada na prova. Na prova, o professor pede que os estudantes completem o trecho "se bater de frente", do hit "Beijinho no ombro". A resposta correta é opção que completa a música: "é só tiro, porrada e bomba". O professor dá aulas para as turmas de 2° e 3º anos.
“As pessoas começaram a me marcar me [citando a repercussão da prova em redes sociais] dizendo que é legal. Quando foi ontem, depois dessa correria toda aqui em Fortaleza, fui para o quarto, fiquei escrevendo. Meu empresário me falou que estava repercutindo e que eu deveria responder”, diz a funkeira.
Depois de postar no Facebook sobre a repercussão do caso, em Fortaleza, Valesca Popozuda voltou a dizer que a polêmica é uma “besteira” e que foi causada porque a música citada na prova é um funk. "Com tanta coisa para se preocupar, acho que tinha se preocupar com a educação. Vamos gritar pela educação e o salário dos professores, que está precário. Se fosse uma MPB, nem teria essa polêmica toda”, afirma.
A cantora também afirmou que fez um vídeo em agradecimento ao professor de filosofia que elaborou a prova, Antônio Kubitschek. Ele também afirmou que o objetivo foi mesmo provocar. "Se trouxesse Chico Buarque, a prova seria considerada mais intelectual do que provocativa. É preciso criar essa proximidade com os alunos."
"Fiquei lisonjeada por dois motivos: primeiro que foi colocada a minha música em prova e depois por ter se referido a mim como pensadora, intelectual, mas falei que ainda não estou nesse patamar, ainda não sou uma grande pensadora", concluiu Valesca Popozuda.
por g1.com
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Wilson assegura novo piso e reajuste salarial dos professores em janeiro
O governador Wilson Martins recebeu, nesta quarta-feira (29), uma comissão de integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Piauí (Sinte-PI) para discutir avanços para a categoria. Durante a reunião, Wilson assegurou o pagamento do novo piso salarial dos professores já no mês de janeiro. Com o reajuste, o piso no Piauí passou para R$1.965,99, acima do piso nacional do magistério, que será de R$1.697,37 em 2014.
“Em relação à questão salarial, o aumento de 8,32% já está no contracheque de janeiro. Continuamos pagando um piso acima do piso nacional do magistério. É o ideal? Ainda não. Mas estamos podendo pagar um salário muito melhor para os professores do que alguns estados ricos”, disse o governador. O aumento atinge 31 mil professores da rede pública estadual.
Dentre as reivindicações do Sindicato estão ainda a realização de concurso público para contratação de professores e alargamento dos níveis estabelecidos no Plano de Cargos, Carreiras e Salário (PCCS) da categoria.
O governador assegurou a realização de concurso para o preenchimento de 2.500 vagas para professor efetivo da rede estadual de ensino. O concurso será realizado pelo Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos (Nucepe), ligado à Universidade Estadual do Piauí (Uespi), e o edital será lançado já no mês de fevereiro.
Em relação ao alargamento dos níveis da carreira de professor da rede estadual, o governador autorizou, durante o encontro, as Secretarias Estaduais da Educação e Administração a realizarem estudo de viabilidade da expansão dos níveis da categoria. “Essa é uma questão importante porque nos permite realizar as promoções, valorizar e estimular a capacitação constante dos nossos professores”, argumentou.
(Fonte: meionorte.com)
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Seduc realizará eleições para diretores de escolas da rede
A Secretaria Estadual da Educação do Estado do Piauí (Seduc) realizará o processo de eleições diretas para diretores das escolas públicas estaduais, biênio 2014/2015. As eleições buscam potencializar a gestão educacional da rede possibilitando, através de processo democrático, que a própria escola e a comunidade escolar escolham seus gestores.
De acordo com o Decreto Governamental e Edital de Eleição que serão divulgados na próxima semana, só estarão fora do processo de eleição as escolas de Tempo Integral, Profissionalizantes e Centros de Educação Especial. Todas as demais participarão do processo.
A previsão é de que as eleições aconteçam na primeira quinzena de novembro em todo o Estado. Para participar como candidato, é necessário que o servidor seja professor da rede e que já tenha finalizado o estágio probatório, que possua lotação na escola de concorrência a partir de um ano, que possua curso de gestão educacional e que comprove disponibilidade de tempo, de acordo com as determinações do Edital.
A novidade para esta próxima eleição é que todas as escolas participarão do processo, excluindo as já citadas anteriormente, independentemente do número de alunos. Outra mudança em relação ao processo de eleição anterior, é que o diretor adjunto não mais será indicado, mas sim deverá compor chapa junto com o diretor titular.
Considerando a qualidade da formação, a visão integradora, o clima organizacional, a atenção às metas e o compromisso com uma educação de qualidade, a Seduc acredita que o processo democrático de eleição de diretores é o caminho para se estabelecer uma gestão com austeridade e eficiência.
Mais informações: Ugie (86) 3216-3251
Fonte: seduc.pi.gov.br
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