A caminhada “Um Minuto pela vida”, organizada pela Rede Meio Norte e a fazenda da Paz, marca os 17 anos da entidade que trabalha com comunidade terapêutica para tratamento de dependentes químicos e também na luta contra o crack. O prefeito de Teresina, Elmano Férrer, acaba de chegar à concentração da caminhada.
O fundador e coordenador da Fazenda da Paz, Célio Luíz Barbosa, afirmou que a caminhada tem como lema “Esqueça o crack, lembre de você”.
O presidente da Câmara Municipal, vereador Edvaldo Marques, também está participando da caminhada e o governador Wilson Martins está chegando neste momento ao local.
ATUALIZADO ÀS 08H35
A segunda caminhada “Um Minuto pela vida”, organizada pela Rede Meio Norte e Fazenda da Paz, está já na altura do Comercial Carvalho na Avenida Frei Serafim. A caminhada vai terminar na Câmara Municipal de Teresina. Estão participando famílias de pessoas dependentes químicos, dependentes químicos, crianças das escolas publicas municipais, evangélicos, católicos, o governador Wilson Martins, o prefeito de Teresina, Elmano Férrerr, o senador Wellington Dias, a deputada estadual Rejane Dias, os secretários estaduais Ubiraci Carvalho (Defesa Civil) e Francisco Guedes (Assistência Social e Cidadania), a secretária Municipal da Juventude, o presidente da Câmara Municipal de Teresina, Edivaldo marques.
O governador Wilson Martins disse que a caminhada “Um Minuto pela vida” é mais um esforço para que as pessoas, principalmente os formadores de opinião, possam estar juntos, trabalhando de uma forma plural a sensibilização para que as pessoas digam “drogas nunca mais”, “vida sim, crack não”. “Essa mobilização contra o crack faz com que as pessoas lembrem delas mesmas e da vida. Eu acho que é a celebração da vida e tudo que se fizer e for possível fazer dentro do alcance dos homens e mulheres piauienses, vamos fazer para o enfrentamento da droga, do crack e de todas as drogas. Este é o caminho. É algo que deve se juntar a outras ações de vários segmentos”, declarou Wilson Martins.
O prefeito de Teresina, Elmano Férrer, disse que a Câmara Municipal criou uma Frente Parlamentar contra o crack e acha que a Assembleia Legislativa deveria fazer o mesmo. “Esse movimento aqui organizado pela Fazenda da Paz, Prefeitura de Teresina e Rede Meio Norte, está emanado em outras ações. O próprio Estado, através de sua Câmara de Enfretamento contra o crack é uma mobilização da própria sociedade”, falou Elmano Férrer.
Ele declarou que o crack é um dos maiores problemas enfrentados pela cidade de Teresina. “Eu considero muito importante uma caminhada como essa”, declarou Elmano Férrer.
O senador Wellington Dias afirmou que o combate ao crack está na pauta brasileira. “Nós estamos colocando o problema do crack na pauta brasileira de uma forma correta”, declarou o senador.
Wellington Dias disse que a presidente da república, Dilma Rousseff, reuniu nove ministérios, como o do trabalho, o da educação e o da saúde, para que todos eles tenham um departamento para cuidar da questão das drogas. Ele disse ainda que a presidente da república lançou um programa de qualificação com 700 vagas para que se tenha especialista nas áreas de medicina, enfermagem e outras áreas voltados para o tratamento da dependência química.
Agora, disse Wellington Dias, está sendo trabalhado a construção de uma rede, a partir da realização de uma Conferência Nacional, realizada em Brasília. Essa rede é de saúde e social, evolve a sociedade e pode estar presente em todos os municípios, onde, lamentavelmente, enfrentam o problema das drogas.
A deputada estadual Rejane Dias afirmou que em nenhum estado do Brasil existe mobilização tão grande contra o crack e outras drogas do que no Piauí, como destacou o ministro da saúde, Alexandre Padilha. Segundo ela, essa parceria entre a Rede Meio Norte e a Fazenda da Paz, que realizam a segunda caminhada “Um Minuto pela vida” conseguiu envolver a sociedade, o Governo do Estado e os familiares dos dependentes químicos. Ela disse que isso faz com que o Piauí dê exemplo ao Brasil na mobilização do combate ao crack e outras drogas.
“Estou muito feliz porque é a segunda caminhada que enfrenta a questão das drogas”, declarou Rejane Dias.
ATUALIZADO ÀS 09:50
Governador parabeniza Fazenda da Paz e Rede Meio Norte pela caminhada
O governador Wilson Martins afirmou que a Fazenda da Paz e a Rede Meio Norte estão de parabéns pela caminhada "Um Minuto pela Vida" encerrada na frente da Câmara Municipal.
"A Fazenda da Paz e a Rede Meio Norte estão de parabéns pela caminha que conscientiza a família e a sociedade contras as drogas", opinou Wilson.
O coordenador e fundador da Fazenda da Paz, Célio Luiz Barbosa, afirmou que 7.500 pessoas participaram da caminhada. "Neste momento nós estamos na luta pela vida. Vamos fazer com que todo o Piauí lute contras as drogas", disse.
O prefeito de Teresina, Elmano Férrer, declarou que a caminhada é importante "por que defende uma das questões mais sagradas da sociedade que é a família". "É a família que mais sofre e mais entende quando um integrante se torna dependente químico", opinou.
Muitas escolas participaram da caminhada com faixas e cartazes. "Nós estamoas aqui trazendo 25 alunos com uma forma de prevenir de que eles não caiam no mundo das drogas", falou a professora Albertina Clemente, diretora da Escola São Sebastião, do bairro Todos os Santos, na Zona Sudeste de Teresina.
(Fonte: meionorte.com)
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domingo, 26 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Alunos da U. E. Eulina Campos representarão Castelo do Piauí no JEPEP 2011
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| foto: Sales Martins |
As escolas estaduais de Castelo do Piauí participaram com duas equipes de Futebol de Salão na seletiva regional. A equipe da U. E. Eulina Campos se sagrou campeã na sua categoria ao superar na final da competição, que aconteceu no dia 22 de maio em Campo Maior, o time do Patronato Nossa Senhora de Lourdes que jogava em casa com o apoio da sua torcida.
O time da U. E. Eulina Campos disputará o título pela categoria infantil, formada por estudantes que nasceram entre os anos de 1997 e 1999 e dependendo do resultado poderão representar o Piauí nos Jogos Escolares Nacionais que acontecerão no estado de Minas Gerais em data ainda a ser definida. A diretora Josefa Francisca Lima de Almeida (Mocinha) acredita no potencial dos seus alunos e espera que o título do JEPEP 2011 venha para Castelo. A equipe da U. E. Eulina Campos recebe orientação e treinamento da professora de Educação Física, Zoelda Castro.
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| Professora Mocinha Diretora da U. E. Eulina Campos |
Editado por Arlindo Policarpo
São Miguel anuncia quadrilhas vencedoras do 11º Festival Junino
A edição 2011 comprovou mais uma vez o sucesso da festa junina no município, onde as apresentações das quadrilhas e a participação popular marcaram o evento.
Confira os resultados das competições:
Quadrilha Balacubaco (Bairro Canto) - Campeã da sede;
Quadrilha Florescer do Sertão (Tabocas-Zona Rural)- Campeã do interior;
Quadrilha Mirim da escola Mamede Alves (sede) - Campeã ;
Quadrilha Só Triscando (Buriti dos Montes) - Campeã do VI Festival Junino.
Veja as quadrilhas que competiram no VI Festival Regional na noite do dia 23 de junho:
Balacubaco, (São Miguel do Tapuio - PI)
Matutos do Sertão, (Juazeiro do Piauí-PI)
Só Triscando, (Buriti dos Montes-PI)-Campeã
Brilho da Lua (Quixelô-CE)
Caruaru (Campo Maior-PI)
Paixão Caipira (São João da Serra-PI)
Estrela do Sertão (Pimenteiras-PI)
Massacará (Castelo do Piauí-PI)
Estrela do Sertão (Santa Cruz dos Milagres-PI)
(Fonte: portaldaclube.com)
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| fotos:portaldaclube.com |
'Hackers' atacam sites das prefeituras de Castelo, Jatobá, Cabeceiras e mais 29 no feriado
Grupo Fatal Error Crew reclamou autoria de ataque que derrubou 500 sites de Prefeituras e Câmaras. Prefeitura da região de Campo Maior também foram atacadas.
O grupo de hackers Fatal Error Crew , que no último sábado, dia 18, roubou dados de um site do Exército, anunciou na manhã de ontem a autoria de um ataque que derrubou 500 sites de prefeituras e Câmaras Municipais no interior do país. Em seus twitter foram divulgados durante todo o dia de ontem os endereços das páginas, que segundo eles, foram colocadas fora do ar. Entre elas estão 29 sites institucionais de Prefeituras do Piauí, como o de Castelo do Piauí, Cabeceiras e Jatobá do Piauí, que ficam na região de Campo Maior.
No Twitter (@fatalerrorcrew), eles se identificam como uma dupla de crackers e informou o seguinte: “Para começar nesse feriado, 500 sites dos ladrões downs”. O grupo disponibilizou um link na internet, onde listou as páginas que teria hackeado – nela estava uma série de sites das prefeituras piauienses.
Com o ataque, estende-se a crise nos servidores do país. Nesta semana o grupo LuIzSecBrazil, o braço nacional o LuIzSec, se uniu a outra equipe internacional e derrubou o site da Presidência da República, do Governo Brasileiro, da Previdência Social e da Petrobras.
O governo disse que, apesar da queda das páginas na internet, nenhum tipo de informação importante foi acessada pelos hackers.
Sobre os ataques deste feriado, o Fatal Error Crew disse que não está numa competição com a LuIzSecBrazil para ver quem derruba o maior número de páginas. “Cara competição nenhum a gente do fatal error faz isso a mais de anos...Contra os governos...Só que as vezes temos que mostrar nossa força pro governo recuar...LuIzSec mandam bem...Tenho nada contra eles”, disse um dos integrantes do grupo. Ele ainda disse que o Fatal Error Crew já invadiu e desfigurou a página inicial de mais de 58 mil sites. Eles mantêm uma página na internet com o registro dos ataques e “fotos” de como ficaram os endereços “pixados”.
VEJA A LISTA DOS SITES DO ESTADO QUE FORAM HACKEADOS:
Caridade do Piauí – www.caridadedopiaui.pi.gov.br;
Barro Duro – www.barroduro.pi.gov.br;
Cabeceiras do Piauí – www.cabeceirasdopiaui.pi.gov.br;
Campinas do Piauí – www.campinasdopiaui.pi.gov.br;
Canavieira – www.canavieira.pi.gov.br;
Castelo do Piauí – www.castelodopiaui.pi.gov.br;
Corrente – www.corrente.pi.gov.br;
Curimatá – www.curimata.pi.gov.br;
Curralinhos – www.curralinhos.pi.gov.br;
Dom Inocêncio – www.dominocencio.pi.gov.br;
Francisco Macêdo – www.franciscomacedo.pi.gov.br;
Francisco Santos – www.franciscosantos.pi.gov.br;
Guadalupe – www.guadalupe.pi.gov.br;
Guaribas – www.guaribas.pi.gov.br;
Hugo Napoleão – www.hugonapoleao.pi.gov.br;
Inhuma – www.inhuma.pi.gov.br;
Jatobá do Piauí – www.jatobadopiaui.pi.gov.br;
Jurema – www.jurema.pi.gov.br;
Lagoa de São Francisco – www.lagoadesaofrancisco.pi.gov.br;
Landri Sales – www.landrisales.pi.gov.br;
Monte Alegre – www.montealegredopiaui.pi.gov.br;
Olho D’Água – www.olhodaguadopiaui.pi.gov.br;
Palmeira do Piauí – www.palmeiradopiaui.pi.gov.br;
Parnaíba – www.parnaiba.pi.cnm.org.br;
Santa Cruz do Piauí – www.santacruzdosmilagres.pi.gov.br;
Santana do Piauí – www.santanadopiaui.pi.gov.br;
São José do Piauí – www.saojosedopiaui.pi.gov.br;
São Julião – www.saojuliao.pi.gov.br;
Vila Nova – www.vilanovadopiaui.pi.gov.br.
Fonte: 180graus
terça-feira, 21 de junho de 2011
Rede Estadual de Ensino realiza encontro de folguedos.
As escolas da rede estadual de ensino de Castelo do Piauí realizaram no último sábado (18) o V Encontro de Folguedos.
Vários grupos se apresentaram para um excelente público que compareceu à quadra da U. E. Cônego Cardoso. O evento foi organizado pela Supervisão da Rede Estadual, pelos diretores das escolas estaduais e contou com o apoio da 5ª Gerência Regional de Educação e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Piauí – SINTE PI.
Edição: Edmundo Neto
(Fonte: www.portalcdp.com.br)
Vejas algumas fotos:
Vários grupos se apresentaram para um excelente público que compareceu à quadra da U. E. Cônego Cardoso. O evento foi organizado pela Supervisão da Rede Estadual, pelos diretores das escolas estaduais e contou com o apoio da 5ª Gerência Regional de Educação e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Piauí – SINTE PI.
Edição: Edmundo Neto
(Fonte: www.portalcdp.com.br)
Vejas algumas fotos:
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Ex - prefeito Zé Neto teve contas reprovadas pela Câmara e está rumo a inelegibilidade por até oito anos.
A noite de ontem (15/06), ficou marcada na história do pacato município de Juazeiro do Piauí pelo grande número de pessoas que lotavam a plenária do Palácio Legislativo Antonio Nonato de Andrade. A multidão presente, aguardava ansiosa a votação dos vereadores referentes as contas do ex-prefeito José Pereira Milanez Neto o “Zé Neto”, referentes aos anos de 2002, 2004, 2005 e 2006, período esse, que o mesmo estava como gestor do município.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE), relatou por meio de parecer favorável (aprovadas por resalvas) sobre as prestações de contas de 2002 e 2006, e um outro parecer desfavorável para os anos de 2004 e 2005, fator esse que levou aos vereadores a votarem da mesma forma do entendimento do TCE.
Antes da votação ser iniciada, o Ver. Edimilson Reis (DEM), solicitou por meio de um requerimento que o ex-prefeito Zé Neto usasse a palavra durante 15 minutos para que o ex-gestor pudesse ter durante este tempo o direito de ampla defesa referentes as suas contas que logo mais seriam postas em votação.
Momentos depois, o requerimento do vereador democrata foi colocado em votação, que no entendimento dos oito vereadores divididos entre favoráveis e contrários ao requerimento a votação ficou empatada em 4 a 4, sendo decidida de forma favorável ao requerimento pelo o voto de minerva do Presidente da Câmara, Cristiano Galdino, que por sua vez votou a favor das explicações de Zé Neto.
No lado de fora do palácio legislativo, o ex-prefeito Zé Neto aguardava o retorno dos trabalhos dos vereadores, tendo em vista que os mesmos tinham marcado a sessão de votação referentes as contas do ex-prefeito para a segunda sessão do dia após passarem mais 15 minutos do encerramento da primeira.
Ao retornarem aos trabalhos, o Presidente Ver. Cristiano Galdino pediu ao ex-prefeito Zé Neto que fizesse o uso dos 15 minutos disponibilizados a ele para a realização de sua ampla defesa referentes ao foco da discussão.
Em sua explanação, Zé Neto informou aos vereadores e público presente, que em sua gestão como prefeito de Juazeiro tiveram algumas irregularidades não por que tenha agido em nenhum momento de má fé pelo erário público, porém as irregularidades que houveram durante sua gestão teria ocorrido apenas por complicações técnicas (mudanças de contadores).
“Os erros apontados pelo TCE, nada mais são que erros técnicos. Podemos citar assim, compras de gás de cozinha comprados sem licitação, pois o valor da compra não cabia realizar uma licitação pelo baixo valor da compra. Um cheque devolvido no valor de pouco mais de R$30,00 que por falha de nossa contabilidade não foi colocado na prestação de contas. Compra de combustíveis pagos a empresas sem o uso de licitação, onde até tínhamos um vencedor de uma licitação, que se tratava de um posto de combustível da capital Teresina, embora que algumas vezes abastecíamos a ambulância em um posto de Campo Maior para que a mesma pudesse chegar ao seu destino, que muitas vezes era Teresina. Desta forma, acredito que essas falhas só existiram para não prejudicar a população que mais precisava da ajuda do poder público.” relatou o ex-prefeito ao som dos aplausos de seus seguidores.
Após o fim do pronunciamento do ex-prefeito, Zé Neto, o Presidente Cristiano Galdino concedeu a palavra aos vereadores inscritos, e depois de muitos debates acirrados deu-se início a votação.
A VOTAÇÃO
Parecer do TCE sobre a prestação de contas do ano de 2002:
Ver. Pretinha – Contra;
Ver. Evaldo – A favor;
Ver Adaias – Contra;
Ver. Airton Moreira – A favor;
Ver. Bandeira – A favor;
Ver. Edimilson Reis – A favor;
Ver. Filho Visgueira – A favor;
Ver. Bolinha – Contra.
Parecer do TCE sobre a prestação de contas do ano de 2004:
Ver. Pretinha – A favor;
Ver. Evaldo – Contra;
Ver Adaias – A favor;
Ver. Airton Moreira – Contra;
Ver. Bandeira – Contra;
Ver. Edimilson Reis – A favor;
Ver. Filho Visgueira – Contra;
Ver. Bolinha – A favor.
Pres. Cristiano – A favor.
Parecer do TCE sobre a prestação de contas do ano de 2005:
Ver. Pretinha – A favor;
Ver. Evaldo – Contra;
Ver Adaias – A favor;
Ver. Airton Moreira – Contra;
Ver. Bandeira – Contra;
Ver. Edimilson Reis – A favor;
Ver. Filho Visgueira – Contra;
Ver. Bolinha – A favor.
Pres. Cristiano – A favor.
Parecer do TCE sobre a prestação de contas do ano de 2006:
Ver. Pretinha – Contra;
Ver. Evaldo – A favor;
Ver Adaias – Contra;
Ver. Airton Moreira – A favor;
Ver. Bandeira – A favor;
Ver. Edimilson Reis – A favor;
Ver. Filho Visgueira – A favor;
Ver. Bolinha – Contra.
Pres. Cristiano – A favor.
Resultado
As contas dos anos de 2002 e 2006 – foram votadas pelos vereadores favoráveis as prestações de conta do parecer do TCE.
As contas dos anos de 2004 e 2005 – foram votadas pelos vereadores favoráveis as prestações de conta do perecer do TCE.
Desta forma, os vereadores votaram da mesma forma do entendimento do Tribunal de Contas do Estado, fazendo com que o destino político do ex-prefeito Zé Neto fique a disposição do Ministério Público.
Segundo o Assessor Jurídico da Câmara de Vereadores de Juazeiro do Piauí, Dr. Nilson Alves Feitosa, o ex-prefeito Zé Neto poderá ter seus direitos políticos cassados por até oito anos, ou seja, Zé Neto poderá ficar este tempo sem ser candidato a nenhum cargo público eletivo.
Sobre o assunto, Zé Neto disse que está consciente. "Estou consciente que terei meus direitos políticos cassados, porém nada me impede de lançar algum nome de alguém de minha família ou de algum amigo para disputar qualquer cargo eletivo, com meu apoio.", diz o ex-prefeito.
Reportagem: Ronniel Soares
(Fonte portal maiscastelo.com)
O Tribunal de Contas do Estado (TCE), relatou por meio de parecer favorável (aprovadas por resalvas) sobre as prestações de contas de 2002 e 2006, e um outro parecer desfavorável para os anos de 2004 e 2005, fator esse que levou aos vereadores a votarem da mesma forma do entendimento do TCE.
Antes da votação ser iniciada, o Ver. Edimilson Reis (DEM), solicitou por meio de um requerimento que o ex-prefeito Zé Neto usasse a palavra durante 15 minutos para que o ex-gestor pudesse ter durante este tempo o direito de ampla defesa referentes as suas contas que logo mais seriam postas em votação.
Momentos depois, o requerimento do vereador democrata foi colocado em votação, que no entendimento dos oito vereadores divididos entre favoráveis e contrários ao requerimento a votação ficou empatada em 4 a 4, sendo decidida de forma favorável ao requerimento pelo o voto de minerva do Presidente da Câmara, Cristiano Galdino, que por sua vez votou a favor das explicações de Zé Neto.
No lado de fora do palácio legislativo, o ex-prefeito Zé Neto aguardava o retorno dos trabalhos dos vereadores, tendo em vista que os mesmos tinham marcado a sessão de votação referentes as contas do ex-prefeito para a segunda sessão do dia após passarem mais 15 minutos do encerramento da primeira.
Ao retornarem aos trabalhos, o Presidente Ver. Cristiano Galdino pediu ao ex-prefeito Zé Neto que fizesse o uso dos 15 minutos disponibilizados a ele para a realização de sua ampla defesa referentes ao foco da discussão.
Em sua explanação, Zé Neto informou aos vereadores e público presente, que em sua gestão como prefeito de Juazeiro tiveram algumas irregularidades não por que tenha agido em nenhum momento de má fé pelo erário público, porém as irregularidades que houveram durante sua gestão teria ocorrido apenas por complicações técnicas (mudanças de contadores).
“Os erros apontados pelo TCE, nada mais são que erros técnicos. Podemos citar assim, compras de gás de cozinha comprados sem licitação, pois o valor da compra não cabia realizar uma licitação pelo baixo valor da compra. Um cheque devolvido no valor de pouco mais de R$30,00 que por falha de nossa contabilidade não foi colocado na prestação de contas. Compra de combustíveis pagos a empresas sem o uso de licitação, onde até tínhamos um vencedor de uma licitação, que se tratava de um posto de combustível da capital Teresina, embora que algumas vezes abastecíamos a ambulância em um posto de Campo Maior para que a mesma pudesse chegar ao seu destino, que muitas vezes era Teresina. Desta forma, acredito que essas falhas só existiram para não prejudicar a população que mais precisava da ajuda do poder público.” relatou o ex-prefeito ao som dos aplausos de seus seguidores.
Após o fim do pronunciamento do ex-prefeito, Zé Neto, o Presidente Cristiano Galdino concedeu a palavra aos vereadores inscritos, e depois de muitos debates acirrados deu-se início a votação.
A VOTAÇÃO
Parecer do TCE sobre a prestação de contas do ano de 2002:
Ver. Pretinha – Contra;
Ver. Evaldo – A favor;
Ver Adaias – Contra;
Ver. Airton Moreira – A favor;
Ver. Bandeira – A favor;
Ver. Edimilson Reis – A favor;
Ver. Filho Visgueira – A favor;
Ver. Bolinha – Contra.
Parecer do TCE sobre a prestação de contas do ano de 2004:
Ver. Pretinha – A favor;
Ver. Evaldo – Contra;
Ver Adaias – A favor;
Ver. Airton Moreira – Contra;
Ver. Bandeira – Contra;
Ver. Edimilson Reis – A favor;
Ver. Filho Visgueira – Contra;
Ver. Bolinha – A favor.
Pres. Cristiano – A favor.
Parecer do TCE sobre a prestação de contas do ano de 2005:
Ver. Pretinha – A favor;
Ver. Evaldo – Contra;
Ver Adaias – A favor;
Ver. Airton Moreira – Contra;
Ver. Bandeira – Contra;
Ver. Edimilson Reis – A favor;
Ver. Filho Visgueira – Contra;
Ver. Bolinha – A favor.
Pres. Cristiano – A favor.
Parecer do TCE sobre a prestação de contas do ano de 2006:
Ver. Pretinha – Contra;
Ver. Evaldo – A favor;
Ver Adaias – Contra;
Ver. Airton Moreira – A favor;
Ver. Bandeira – A favor;
Ver. Edimilson Reis – A favor;
Ver. Filho Visgueira – A favor;
Ver. Bolinha – Contra.
Pres. Cristiano – A favor.
Resultado
As contas dos anos de 2002 e 2006 – foram votadas pelos vereadores favoráveis as prestações de conta do parecer do TCE.
As contas dos anos de 2004 e 2005 – foram votadas pelos vereadores favoráveis as prestações de conta do perecer do TCE.
Desta forma, os vereadores votaram da mesma forma do entendimento do Tribunal de Contas do Estado, fazendo com que o destino político do ex-prefeito Zé Neto fique a disposição do Ministério Público.
Segundo o Assessor Jurídico da Câmara de Vereadores de Juazeiro do Piauí, Dr. Nilson Alves Feitosa, o ex-prefeito Zé Neto poderá ter seus direitos políticos cassados por até oito anos, ou seja, Zé Neto poderá ficar este tempo sem ser candidato a nenhum cargo público eletivo.
Sobre o assunto, Zé Neto disse que está consciente. "Estou consciente que terei meus direitos políticos cassados, porém nada me impede de lançar algum nome de alguém de minha família ou de algum amigo para disputar qualquer cargo eletivo, com meu apoio.", diz o ex-prefeito.
Reportagem: Ronniel Soares
(Fonte portal maiscastelo.com)
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Quem é Jair Bolsonaro
Jair Messias Bolsonaro
Nasceu em (Campinas, 21 de março de 1955) é um militar da reserva e político brasileiro. Ele cumpre sua sexta legislatura na Câmara dos Deputados do Brasil, eleito pelo Partido Progressista. É pai de Carlos Bolsonaro, vereador carioca e Flávio Bolsonaro, deputado estadual fluminense, ambos do PP. É titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e da de Segurança Pública Combate ao Crime Organizado; é suplente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Já foi filiado ao Partido Democrata Cristão, Partido Progressista Renovador, Partido Progressista Brasileiro, Partido Trabalhista Brasileiro, Partido da Frente Liberal e atualmente faz parte do Partido Progressista.Ganhou notoriedade nacional após ser associado por diversos veículos de imprensa a questões polêmicas, como homofobia, preconceito racial, sexismo, cotas raciais e defesa da tortura e do regime militar no Brasil, sendo classificado por alguns jornalistas e órgãos de imprensa como representante da extrema-direita brasileira.
Em 1986, já capitão, foi preso por quinze dias por liderar manifestação por melhoria dos soldos, sem a autorização de seus superiores, caracterizando um ato de indisciplina e imoralidade. Seria absolvido pelo Supremo Tribunal Militar dois anos depois. Também foi intitulado pelo Gal. Leonidas Pires como indigno de um oficial do exército, devido à sua postura problemática e à indisciplina na carreira.
Ficou conhecido por suas idéias de cunho nacionalista, conservador, criticando fortemente o comunismo e a esquerda, condenando a homossexualidade[9] e por declarações polêmicas. Bolsonaro defende abertamente o regime militar instalado no Brasil em abril de 1964.
É representante de parcela das Forças Armadas brasileiras na Câmara dos Deputados e defende recomposição salarial dos militares.[carece de fontes]
O Brasil é amplamente reconhecido como um país de altos índices de violência homofóbica. Manifestações como as de Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro foram alvo de protestos contra a homofobia em abril de 2011. Petições pela cassação de Bolsonaro e de repúdio às falas do parlamentar foram realizadas na internet. Uma petição da Avaaz contava com cerca 81 mil assinaturas em 9 de abril de 2011.
Em maio de 2011, com o reconhecimento da união estável de casais homossexuais pelo Supremo Tribunal Federal, Jair Bolsonaro se envolveu em novas polêmicas de teor homofóbico. Segundo o portal Terra, Bolsonaro afirmou que o "próximo passo vai ser a adoção de crianças (por casais homossexuais) e a legalização da pedofilia" As falas de Bolsonaro foram ironizadas por internautas no Twitter, que comemoravam a decisão do STF.
Sentido-se constrangido e ofendido com os comentários do parlamentar sobre a questão indígena, uma das lideranças do sateré-maués presentes na audiência pública chegou até mesmo a atirar um copo de água em sua direção. Após o episódio, Bolsonaro disse que o índio deveria "comer capim" para voltar às "suas origens":
As declarações de Bolsonaro repercutiram também nas redes sociais. Em menos de uma semana, uma página no Facebook contava com mais de vinte mil membros que protestavam contra as supostas declarações de homofobia e racismo do deputado. No Twitter, a hashtag com o título de "forabolsonaro" ficou entre as mais comentadas da semana Outros sites contam com mais de vinte e cinco mil assinaturas pedindo a cassação do mandato do deputado. Bolsonaro pode ser processado, para a OAB, que defendeu que a Câmara dos Deputados abra um processo contra o deputado por quebra de decoro. Até às onze horas do dia 7 de abril de 2011, o site na internet que permite o cadastramento de pessoas que querem "proteger o Brasil de Bolsonaro" e pretende atingir a marca de cem mil cadastramentos, já chegava a 79 mil assinaturas pela Internet.
Na segunda-feira seguinte ao programa da entrevista, originalmente exibida em 28 de março de 2011, o programa CQC reapresentou as duas perguntas mais polêmicas da entrevista, a de que ele era contra cotas raciais, em que foi interpretado como racista, e a pergunta de Preta Gil, em que o deuputado de refere ao namoro entre raças diferentes, em especial do seu filho com uma negra, como uma promiscuidade. O deputado, em relação a última pergunta da entrevista, esquivou-se dizendo que não havia entendido a pergunta feita por Preta Gil, apoiando-se também no comentário do apresentador Marcelo Tas, que disse que queria acreditar que "o deputado não entendeu a pergunta". Bolsonaro afirmou ter entendido que o namoro seria com um homossexual. Também respondeu que seus filhos foram "muito bem-educados" e não viveram num meio como "lamentavelmente" vivera a cantora, que já havia declarado publicamente ter participado de orgias bissexuais. Um dos apresentadores do programa, Rafinha Bastos supôs que o deputado havia se apoiado na inexistência de uma lei contra a homofobia para que sua resposta não fosse considerada um crime, como seria se a resposta tivesse sido racista. O deputado ainda promete explicar-se publicamente. Alguns grupos que estão a favor de Bolsonaro também se manifestaram. O site de Preta Gil foi atacado, possivelmente, por simpatizantes das ideias do deputado. Neonazistas convocam "ato cívico" a favor de Bolsonaro através de redes sociais.
Uma manifestação convocada pela internet ocorreu em 9 de abril, próximo ao MASP, em São Paulo. Um grupo contrário a Bolsonaro, formado por cerca de setenta, exibiu cartazes e cantos de guerra; o grupo favorável ao deputado tinha por volta de quarenta integrantes, sem nenhum negro. Apesar de tensão e de intervenção policial, não houve confronto. Mesmo sem agressão física, oito integrantes do grupo que apoiava Bolsonaro e duas do grupo contra o pepista foram detidas. Os primeiros faziam parte dos grupos Ultradefesa, União Nacionalista e Carecas, averiguados por crime de intolerância, e os últimos eram punks anarquistas que não portavam documentos. Um participante do grupo autodenominado "nacionalista" ainda teve de ser retirado após discutir com integrante do movimento gay.
Ainda em redes sociais, simpatizantes de Bolsonaro pedem que ele concorra a presidência, como em "Bolsonaro para Presidente", e se dizem "fãs" do deputado.
(Fonte: Wikipédia)
Nasceu em (Campinas, 21 de março de 1955) é um militar da reserva e político brasileiro. Ele cumpre sua sexta legislatura na Câmara dos Deputados do Brasil, eleito pelo Partido Progressista. É pai de Carlos Bolsonaro, vereador carioca e Flávio Bolsonaro, deputado estadual fluminense, ambos do PP. É titular da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e da de Segurança Pública Combate ao Crime Organizado; é suplente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Já foi filiado ao Partido Democrata Cristão, Partido Progressista Renovador, Partido Progressista Brasileiro, Partido Trabalhista Brasileiro, Partido da Frente Liberal e atualmente faz parte do Partido Progressista.Ganhou notoriedade nacional após ser associado por diversos veículos de imprensa a questões polêmicas, como homofobia, preconceito racial, sexismo, cotas raciais e defesa da tortura e do regime militar no Brasil, sendo classificado por alguns jornalistas e órgãos de imprensa como representante da extrema-direita brasileira.
Vida militar
Bolsonaro cursou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército e em seguida a Academia Militar das Agulhas Negras, turma de 1977. Integrou a Brigada de Infantaria Pára-quedista, onde especializou-se em paraquedismo. Posteriormente também desenvolveu-se em mergulho autônomo. Foi casado com Rogéria Bolsonaro, a quem ajudou a eleger vereadora da capital fluminense em 1992 e 1996, com que teve três filhos: Flávio Bolsonaro — deputado estadual fluminense —, Carlos Bolsonaro — assim como o pai e mãe, vereador da cidade do Rio de Janeiro —, e Eduardo. De seu segundo casamento com Ana Cristina, teve Renan.Em 1986, já capitão, foi preso por quinze dias por liderar manifestação por melhoria dos soldos, sem a autorização de seus superiores, caracterizando um ato de indisciplina e imoralidade. Seria absolvido pelo Supremo Tribunal Militar dois anos depois. Também foi intitulado pelo Gal. Leonidas Pires como indigno de um oficial do exército, devido à sua postura problemática e à indisciplina na carreira.
Vida política
Em 1988 entrou na vida publica elegendo-se vereador da cidade do Rio de Janeiro pelo Partido Democrata Cristão (1985-1993). Nas eleições de 1990, pelo mesmo partido, elegeu-se deputado federal. Seguiriam-se outros quatro mandatos seguidos. Pertenceu ao PPR (1993-95), PPB (1995-2003), PTB (2003-5), PFL (2005), e desde 2005, é filiado ao PP.[4]Ficou conhecido por suas idéias de cunho nacionalista, conservador, criticando fortemente o comunismo e a esquerda, condenando a homossexualidade[9] e por declarações polêmicas. Bolsonaro defende abertamente o regime militar instalado no Brasil em abril de 1964.
É representante de parcela das Forças Armadas brasileiras na Câmara dos Deputados e defende recomposição salarial dos militares.[carece de fontes]
Polêmicas
Defesa da tortura
Em 2000, Jair Bolsonaro defendeu, numa entrevista à revista IstoÉ, a utilização da tortura em casos de tráfico de droga e seqüestro e a execução sumária em casos de crime premeditado. Bolsonaro justifica o uso da tortura pois, segundo ele, "O objetivo é fazer o cara abrir a boca. O cara tem que ser arrebentado para abrir o bico." Bolsonaro foi criticado pelos meios de comunicação, por políticos e pelo Grupo Tortura Nunca Mais, sobretudo depois de ter afixado na porta de seu escritório um cartaz que dizia aos famíliares dos desaparecidos da ditadura militar "quem procura osso é cachorro". Segundo o Grupo Tortura Nunca Mais, "Lembramos que há uma outra denúncia contra o mesmo deputado na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, assinada por todas as entidades que estiveram presentes no Encontro dos Anistiados, junto com um vídeo (CD) que mostra Jair Bolsonaro saindo do Clube Militar do Rio de Janeiro, dizendo: "Nós não devíamos só torturar. Devíamos torturar e matar."Defesa do regime militar no Brasil
O deputado federal é conhecido por suas alegações de que a ditadura militar brasileira teria sido um período glorioso da história do Brasil. Segundo carta do deputado publicada no jornal Folha de São Paulo, foram "20 anos de ordem e progresso". O deputado também disse, em entrevista ao CQC, se espelhar nos presidentes do regime militar, sentindo falta "do respeito, da família, da segurança e da ordem pública e das autoridades que exerciam autoridade sem enriquecer". De acordo com a entrevista de 2000 dada à IstoÉ, Bolsonaro ainda defende a censura, embora a reportagem não especifique qual tipo.Discussão com Maria do Rosário no Congresso
Em 11 de novembro de 2003, Bolsonaro discutiu com a deputada Maria do Rosário, do Partido dos Trabalhadores, sob as lentes das emissoras de televisão que gravavam uma entrevista do deputado à RedeTV! no Congresso Nacional. Na ocasião, Bolsonaro afirmou que os menores de 16 anos deveriam ser penalmente imputáveis, ao que a deputada reagiu contrariamente. Bolsonaro, então, teria dito à deputada que chamasse o marginal Champinha (ver Caso Liana Friedenbach e Felipe Caffé) para ser motorista da sua filha pequena. A discussão resultou em ofensas pessoais, com Bolsonaro afirmando que Rosário o chamava de estuprador, ao que ela respondeu afirmativamente ("é, o senhor promove [o estupro] sim") tendo ele respondido "não vou estuprar você porque você não merece".Após Maria do Rosário declarar que daria uma bofetada em Bolsonaro caso ele tentasse estuprá-la, Bolsonaro revidou dizendo "dá que eu te dou outra" e empurrou Maria do Rosário (que até então não havia tocado nele), obrigando um segurança a contê-lo. O deputado chamou Rosário de vagabunda e ela, revoltada, saiu chorando do local. Depois de representações sem sucesso movidas contra o deputado pedindo sua cassação, Bolsonaro afirmou "estar se lixando" para elasIncitação à violência
O deputado Bolsonaro já fez críticas tanto ao Governo Lula como ao de Fernando Henrique Cardoso, cujo fuzilamento defendeu em sessão da Câmara, causando grande polêmica. Bolsonaro também defendeu palmadas para "corrigir" filhos homossexuais, em uma declaração da Câmara do Senado, em que a palmada devia ser aplicada para mudar filho gayzinho.Política para usuários de drogas
Jair Bolsonaro considera que o uso de drogas pode ser revertido por uso da força, nunca tendo proposto tratamentos médicos ou soluções de saúde pública e política educacional para o problema do vício. Em novembro de 2010, o deputado disse que usuários de maconha deveriam "apanhar" para que não passassem a "cheirar" (usar cocaína). Em entrevista dada ao programa CQC, em abril de 2011, Bolsonaro reiterou as afirmações anteriores. Questionado no programa sobre como reagiria caso se o filho fosse usuário de drogas, Bolsonaro disse: "Daria uma porrada nele, pode ter certeza disso".Projeto contra as cotas raciais
Em 2006, como forma de protesto contra a formulação de políticas de cotas raciais nas universidades públicas, o deputado apresentou um projeto de lei complementar na Câmara dos Deputados, propondo o estabelecimento de cotas para deputados negros e pardos. Bolsonaro admitiu em seguida que, se o projeto fosse à votação, seria contra ele.Defesa da pena de morte
Em várias entrevistas, Bolsonaro se posicionou favoravelmente à instituição da pena de morte no Brasil para casos de crimes premeditados pois, segundo ele, "o bandido, ele só respeita o que ele teme". Também é a favor da redução da maioridade penal.Voto contra a ampliação do uso de armas não-letais
Em 2008, foi o único deputado do Rio de Janeiro a votar contra o projeto de lei para ampliar o uso de armas não-letais, justificando que esse tipo de recurso já é utilizado.Alegações de sexismo
Bolsonaro é considerado machista por seus opositores. Segundo o coordenador nacional do MNDH, Gilson Cardoso, Bolsonaro seria oposto à Lei Maria da Penha, que busca coibir a violência doméstica contra mulheres. Em sua briga com Maria do Rosário, Bolsonaro disse que não "estupraria" a deputada, afirmando que ela não "merecia". Além disso, a empurrou diante das câmeras, chamando-a de vagabunda, tendo sido contido por um segurança. Em abril de 2011, Bolsonaro respondeu em entrevista à CQC que seus filhos não se relacionariam com uma mulher negra porque foram "bem educados" — o deputado alegou que não compreendeu a pergunta, entendendo que dizia respeito a relacionamento homossexual e as atitudes da entrevistadora, não com uma negra. Em entrevista dada à Revista IstoÉ, Bolsonaro afirmou controlar a vestimenta da mulher no que diz respeito ao topless. Sobre seu primeiro casamento, Bolsonaro afirmou que a ex-mulher era obrigada a "seguir suas ideias" na política.Alegações de homofobia
Em 2010, Bolsonaro novamente se envolve em polêmicas ao declarar ser a favor de dar surras em crianças e adolescentes que tenham tendências homossexuais, se colocando como defensor da "família tradicional". Segundo o deputado: "O filho começa a ficar assim meio gayzinho, leva um coro, ele muda o comportamento dele. Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem." A fala de Bolsonaro repercutiu negativamente entre defensores dos direitos humanos e associações de defesa dos direitos LGBT. A ABGLT defendeu que Bolsonaro fosse processado por sua postura discriminatória. A Câmara procurou punir o deputado, alegando que ele não poderia participar da comissão de direitos humanos por defender violência contra crianças e homossexuais. Em reunião da Comissão dos Dreitos Humanos da Câmara, Bolsonaro manteve todas as declarações; na ocasião, ele também foi defendido pelo deputado Fernando Chiarelli (PDT-SP). O parlamentar do PP já se manifestou contra o casamento gay, classificando-o como "ridículo" e "horroroso".O Brasil é amplamente reconhecido como um país de altos índices de violência homofóbica. Manifestações como as de Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro foram alvo de protestos contra a homofobia em abril de 2011. Petições pela cassação de Bolsonaro e de repúdio às falas do parlamentar foram realizadas na internet. Uma petição da Avaaz contava com cerca 81 mil assinaturas em 9 de abril de 2011.
Em maio de 2011, com o reconhecimento da união estável de casais homossexuais pelo Supremo Tribunal Federal, Jair Bolsonaro se envolveu em novas polêmicas de teor homofóbico. Segundo o portal Terra, Bolsonaro afirmou que o "próximo passo vai ser a adoção de crianças (por casais homossexuais) e a legalização da pedofilia" As falas de Bolsonaro foram ironizadas por internautas no Twitter, que comemoravam a decisão do STF.
[editar] Preconceito com os povos indígenas
Jair Bolsonaro também ganhou notoriedade por comentários considerados preconceituosos pelos seus críticos à política indígena do Governo Federal, em um de seus pronunciamentos a uma audiência na Câmara dos Deputados, que tratava sobre a questão indígena em Roraima. Neste dia, Bolsonaro afirmou que os povos indígenas eram "fedorentos e não educados". A crítica, principalmente voltada à política de demarcação de terras indígenas, culminou com Bolsonaro afirmando que pessoas como os índios, supostamente não "educados" e "não falantes de nossa língua", não deveriam ter direito a uma tão grande porção de terra. Os comentários de Bolsonaro causaram grande indignação entre índios, parlamentares e grupos de defesa de direitos humanos, que consideraram que o comentário de Bolsonaro feria o princípio de não discriminação da Constituição Brasileira (Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação).Sentido-se constrangido e ofendido com os comentários do parlamentar sobre a questão indígena, uma das lideranças do sateré-maués presentes na audiência pública chegou até mesmo a atirar um copo de água em sua direção. Após o episódio, Bolsonaro disse que o índio deveria "comer capim" para voltar às "suas origens":
Como resposta, Bolsonaro foi repreendido por Lindberg Farias e Moacir Micheletto. Também foi repudiado pela advogada Joênia Wapichana, cujo discurso foi lido no congresso: "Sou brasileira, assim como os demais indígenas aqui presentes, descendentes dos primeiros habitantes do Brasil, os quais definiram o território brasileiro no Norte. Interesses particulares não poderão se sobrepor aos direitos coletivos! As comunidade indígenas têm o direito de buscar o que for de direito, porque o Brasil fez o compromisso de respeitar os direitos humanos. Trabalho para as comunidades indígenas porque elas possuem, ao seu favor, a Constituição Federal Brasileira e, infelizmente, nem todos a respeitam. Cumpram a Constituição Federal de 1988! Os povos indígenas têm sim muita educação, tanto que estão fazendo uma manifestação pacífica. Eles têm cheiro de terra, porque da terra é que vivem”.
É um índio que está a soldo aqui em Brasília, veio de avião, vai agora comer uma costelinha de porco, tomar um chope, provavelmente um uísque, e quem sabe telefonar para alguém para a noite sua ser mais agradável. Esse é o índio que vem falar aqui de reserva indígena. Ele devia ir comer um capim ali fora para manter as suas origens.
Entrevista ao CQC
Em entrevista ao programa CQC, no dia 28 de março de 2011, Bolsonaro esclareceu suas visões políticas e sociais. Ele relatou que se espelha no governo ditatorial militar e que sente saudades dos presidentes Médici, Geisel e Figueiredo, todos governantes do regime. Também se posicionou a favor do possível desenvolvimento de uma bomba atômica no país. Ele se manifestou dizendo que "daria uma porrada", caso visse o seu filho fumando maconha. Se posicionou contra os movimentos que fazem "apologia" à homossexualidade e à bissexualidade. Disse que seu filho, com "boa educação e um pai presente", "não corre o risco" de se tornar homossexual, e que desfiles gays são "promoção de maus costumes". Ao ser perguntado pela cantora Preta Gil sobre o que faria se seu filho caso apaixonasse por uma garota negra, Bolsonaro disse que "não discutiria promiscuidade" e que "não corre esse risco porque seus filhos foram muito bem educados", uma das declarações que mais causou polêmica na entrevista. No dia seguinte, afirmou que a resposta a Preta Gil fora um "mal entendido". A cantora disse que entrará com uma representação no Ministério Público contra Bolsonaro por homofobia e preconceito racial A OAB-RJ anunciou que encaminhará pedido de cassação do mandato de Bolsonaro por quebra de decoro parlamentar, justificando que as declarações do deputado do Partido Progressista são "inaceitavelmente ofensivas pois têm um cunho racista e homofóbico, incompatível com as melhores tradições parlamentares brasileiras".[41] Na quarta-feira seguinte ao programa, Bolsonaro declarou que "está se lixando para esse pessoal", referindo-se a movimentos homossexuais. Em resposta aos protestos contra Bolsonaro, seus filhos, Carlos e Flávio Bolsonaro, respectivamente vereador e deputado estadual pelo PP-RJ, disseram que a última declaração dada na entrevista, em que classificou o namoro inter-racial como uma "promiscuidade", pode ter sido mal interpretada por um erro na edição feita pelo programa. Também disseram, defendendo as declarações contra homossexualidade na família, que ser homossexual não é o "normal", que apenas uma minoria tem esse posicionamento e que a maioria dos brasileiros pensa como Jair Bolsonaro, defendendo a integridade da família e a segurança. O próprio Bolsonaro justificou-se alegando que pensou que a pergunta fosse sobre o relacionamento de seu filho com um homossexual. Os filhos de Bolsonaro consideram como "oportunistas" todas as pessoas que acusam o deputado de ser homofóbico e racista, eles mostram-se completamente a favor do pai e afirmam que têm as mesmas opiniões do deputado. Bolsonaro se defendeu dizendo que foi entrevistado por meio de um computador e que não entendeu a última pergunta da entrevista.Bolsonaro combinou que voltaria ao programa para esclarecer suas afirmações, em especial sobre a pergunta de Preta Gil, em que chamou de "promiscuidade" o namoro entre seu filho e uma negra. A entrevista gerou muita polêmica e rendeu ao deputado vários protestos e acusações. As declarações de Bolsonaro foram consideradas um "caso explícito de racismo" por Luiza Bairros, ministra-chefe da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. A ministra se referiu à declaração de Bolsonaro sobre cotas raciais e afirmou que não se pode confundir a liberdade de expressão com um crime de preconceito racial. Segundo ela, Bolsonaro cometeu um crime previsto na constituição brasileira. O deputado havia dito que não aceitaria "ser operado por um médico cotista" ou "embarcar em um avião comandado por um piloto cotista".]
Ele entende que a homossexualidade é fruto do meio onde a pessoa convive. E nós não convivemos. Nós, graças a Deus, convivemos no meio familiar. Não convivemos em meios tão badalados, como alguns artistas gostam de frequentar. Essa é a posição dele, ele não está querendo se referir ao homossexualismo como uma doença.
As declarações de Bolsonaro repercutiram também nas redes sociais. Em menos de uma semana, uma página no Facebook contava com mais de vinte mil membros que protestavam contra as supostas declarações de homofobia e racismo do deputado. No Twitter, a hashtag com o título de "forabolsonaro" ficou entre as mais comentadas da semana Outros sites contam com mais de vinte e cinco mil assinaturas pedindo a cassação do mandato do deputado. Bolsonaro pode ser processado, para a OAB, que defendeu que a Câmara dos Deputados abra um processo contra o deputado por quebra de decoro. Até às onze horas do dia 7 de abril de 2011, o site na internet que permite o cadastramento de pessoas que querem "proteger o Brasil de Bolsonaro" e pretende atingir a marca de cem mil cadastramentos, já chegava a 79 mil assinaturas pela Internet.
Na segunda-feira seguinte ao programa da entrevista, originalmente exibida em 28 de março de 2011, o programa CQC reapresentou as duas perguntas mais polêmicas da entrevista, a de que ele era contra cotas raciais, em que foi interpretado como racista, e a pergunta de Preta Gil, em que o deuputado de refere ao namoro entre raças diferentes, em especial do seu filho com uma negra, como uma promiscuidade. O deputado, em relação a última pergunta da entrevista, esquivou-se dizendo que não havia entendido a pergunta feita por Preta Gil, apoiando-se também no comentário do apresentador Marcelo Tas, que disse que queria acreditar que "o deputado não entendeu a pergunta". Bolsonaro afirmou ter entendido que o namoro seria com um homossexual. Também respondeu que seus filhos foram "muito bem-educados" e não viveram num meio como "lamentavelmente" vivera a cantora, que já havia declarado publicamente ter participado de orgias bissexuais. Um dos apresentadores do programa, Rafinha Bastos supôs que o deputado havia se apoiado na inexistência de uma lei contra a homofobia para que sua resposta não fosse considerada um crime, como seria se a resposta tivesse sido racista. O deputado ainda promete explicar-se publicamente. Alguns grupos que estão a favor de Bolsonaro também se manifestaram. O site de Preta Gil foi atacado, possivelmente, por simpatizantes das ideias do deputado. Neonazistas convocam "ato cívico" a favor de Bolsonaro através de redes sociais.
Uma manifestação convocada pela internet ocorreu em 9 de abril, próximo ao MASP, em São Paulo. Um grupo contrário a Bolsonaro, formado por cerca de setenta, exibiu cartazes e cantos de guerra; o grupo favorável ao deputado tinha por volta de quarenta integrantes, sem nenhum negro. Apesar de tensão e de intervenção policial, não houve confronto. Mesmo sem agressão física, oito integrantes do grupo que apoiava Bolsonaro e duas do grupo contra o pepista foram detidas. Os primeiros faziam parte dos grupos Ultradefesa, União Nacionalista e Carecas, averiguados por crime de intolerância, e os últimos eram punks anarquistas que não portavam documentos. Um participante do grupo autodenominado "nacionalista" ainda teve de ser retirado após discutir com integrante do movimento gay.
Ainda em redes sociais, simpatizantes de Bolsonaro pedem que ele concorra a presidência, como em "Bolsonaro para Presidente", e se dizem "fãs" do deputado.
Direitos humanos
Até agora, várias instituições responsáveis pela promoção dos direitos humanos pediram investigação e punição de Jair Bolsonaro. O Movimento Nacional pelos Direitos Humanos exigiu que o deputado fosse punido pelas declarações, afirmando que, "como toda Nação brasileira [sic], o Movimento Nacional de Direitos Humanos (MNDH) se viu perplexo e indignado diante das ofensas racistas e homofóbicas proferidas pelo deputado federal Jair Bolsonaro contra a cantora Preta Gil, e por conseqüência contra ambos os grupos sociais, em programa de televisão, na última segunda-feira, dia 28 de março." A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transsexuais pediu investigação criminal de Jair Bolsonaro com base nos crimes de racismo e injúria e difamação] A UNESCO, braço da ONU, pediu que as falas de Bolsonaro fossem investigadas. A Folha de São Paulo, em editorial do dia 5 de abril, defendeu que o deputado fosse submetido a juízo político por discriminação e preconceito, embora se opondo à cassação. O grupo Tortura Nunca Mais publicou uma nota de repúdio às falas de Jair Bolsonaro. Por meio do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (CNCD/LGBT), o governo federal brasileiro afirmou que "Bolsonaro reforça a sua faceta homofóbica, racista e sexista, agindo, de forma deliberada, com posturas incompatíveis com o decoro e a ética exigida de um representante da sociedade brasileira no Congresso Nacional". Segundo a ministra da Igualdade Racial, as declarações de Bolsonaro foram "caso explícito de racismo". A coordenadora da organização não-governamental Actionaid, Rosana Heringer, defendeu que, na impossibilidade de cassação de Bolsonaro pela lei do racismo, "ele merece uma punição do ponto de vista simbólico e cultural, para pensar duas vezes antes de falar isso de novo." A Comissão de Direitos Humanos da Câmara disse que investigará Bolsonaro por suas falas de conteúdo discriminatório. O presidente da Fundação Palmares, Eloi Ferreira de Araujo, demonstrou indignação em relação às falas de Bolsonaro. Segundo ele, "É preciso coibir todo e qualquer ato que vise fomentar o racismo. E é isso que faremos". No dia 6 de abril de 2011 o deputado Bolsonaro faltou à reunião da Comissão de Direitos Humanos quando, segundo seu gabinete, preparava uma defesa contra as acusações de racismo pela entrevista cedida ao programa de televisão. No mesmo dia, manifestantes fizeram um protesto contra o deputado, exibindo cartazes com uma caricatura de Bolsonaro assemelhando-se a Adolf Hitler e trazendo a hashtag "#forabolsonaro", utilizada no Twitter para promover a indignação contra as declarações do deputado. Mais tarde, foi divulgado que o presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), Yann Evanovick, afirmou que "Não dá para um país, com teoricamente uma democracia plena, ter parlamentares preconceituosos, homofóbicos e machistas, como o deputado Bolsonaro". Junto dele, a União Nacional dos Estudantes e outras vinte entidades enviaram um documento à Comissão de Direitos Humanos pedindo a investigação de Bolsonaro por crime de racismo. O presidente da câmara, Marco Maia (PT), disse estudar a possibilidade de alteração no código de ética da Câmara para viabilizar punições alternativas ao deputado. Protestos de grupos ligados à UNE, movimentos indígenas, negros e religiosos protestaram no dia 7 de abril na Câmara Federal, comparando Bolsonaro a Hitler.Processos
A entrevista ao CQC rendeu ao deputado vários processos por quebra de decoro e racismo. Para o presidente da Organização dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, a Câmara dos Deputados deve abrir um processo contra Bolsonaro. A cantora Preta Gil também já entrou com um pedido de processo contra o deputado por racismo, afirmando que as declarações foram claramente racistas e que o próprio deputado "assume o que é", a cantora agradeceu ao programa por "provar" esse racismo. Em 6 de abril de 2011, o deputado foi notificado pela Corregedoria da Câmara para apresentar defesa contra petições protocoladas por seus pares notificando o caso. Não obstante, o Conselho de Defesa da Pessoa Humana, do Governo Federal, decidiu encaminhar uma queixa formal à Procuradoria Geral da República pela prática do parlamentar acerca de racismo e homofobia. A Secretaria da Igualdade Racial e os deputados Edson Santos e Luiz Alberto, ambos do PT, reiteraram pedido da Câmara.. Também foi ajuizada ação popular requerendo a suspensão do parlamentar e, sucessivamente, a cassação do mandato, por racismo, homofobia e atentado ao Estado Democrático de Direito, com base no princípio da moralidade administrativa.(Fonte: Wikipédia)
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