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domingo, 22 de abril de 2012

Jovem gay é estripado em Muriaé -MG

Um crime bárbaro chocou os muriaeenses na noite desta sexta-feira (20), na Rua Itagiba de Oliveira, na Barra. O jovem Jonathan Fonseca do Nascimento, 19 anos, foi morto com requintes de crueldade em sua residência, chocando a todos chocou a todos que chegaram ao local, desde os policiais, peritos e população em geral, devido às barbaridades feitas com a vítima. As vísceras e órgãos do jovem foram pendurados no espelho e espalhados por vários cômodos da casa, deixando muito sangue espalhado o chuveiro aberto e a casa toda revirada e com os pertences da vítima espalhados.

De acordo com informações passadas, por volta de 19h30 o patrão de Jonathan foi até a sua residência, pois o jovem não havia comparecido no trabalho, em uma empresa de lanches na Barra, e segundo ele queria saber o que estava acontecendo. Chegando na residência encontrou a porta entreaberta e tudo sujo de sangue. Logo em seguida chegou um rapaz conhecido da vítima e chamaram a polícia. Vários curiosos se aglomeraram no local devido aos comentários sobre o quadro de horror encontrado na casa. A perícia técnica esteve presente, realizou os trabalhos de praxe e liberou o corpo para o IML de Muriaé.

O jovem morava em Muriaé, mas era natural de Cisneiros, distrito de Palma, onde mora sua família e estava em Muriaé trabalhando e estudando na Escola Olavo Tostes.

Esse foi o 7º crime ocorrido este ano em Muriaé. O caso está a cargo das investigações da Polícia Civil.


Não achei conveniente postar as fotos do crime bárbaro quem interessar pode visitar o site fonte dessa notícia. 
http://www.gmais.org/2012/04/jovem-gay-e-estripado-em-muriae-mg.html

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Vereador chama gays de "doentes mentais" e acaba suspenso


Em um fato considerado inédito, a Câmara Municipal de Caeté, em Minas Gerais, suspendeu por 90 dias o vereador Jadson do Bonsucesso Rodrigues (PDT/MG), o Pardal, por seus atos considerados homofóbicos em sessão da Casa em junho de 2011. Na ocasião, o vereador lutava contra a realização da Parada LGBT na cidade e chamou os organizadores de doentes mentais.
A decisão do Conselho de Ética da Câmara de Caeté saiu no fim de janeiro e determina ainda que o vereador se retrate à imprensa na tribuna da Câmara. O parlamentar também terá que apresentar aos veículos de comunicação uma justificativa plausível pelo comportamento e atitudes que desabonam o papel de um vereador.
Para o presidente do Movimento da Diversidade e Cidadania das Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros (MDC-LGBT) do PDT/MG, Ramon Calixto, que acompanhou todo o processo contra Pardal, “este acontecimento prova que a nossa sociedade está mudando e que é preciso punições para avançar contra a discriminação sexual”.
“O MDC se sente realizado com a punição e mostra que somente com muito trabalho e dedicação podemos avançar nas questões ligadas ao preconceito.” A justificação do vereador deve ser feita já nos próximos dias.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Pai rejeita filho por ser gay e entrega-o na polícia de Valadares

Autor: Miguel Moreira | Leitores: 4776
Sexta-feira, 09 Setembro 2011 13:32 


Pai descobre que o filho é homossexual e entrega-o na esquadra da PSP de Valadares. A polícia acolheu o menor, de 15 anos, que está agora à espera de um albergue. Autoridades já acionaram os serviços de emergência social.
Um pai revoltado por ter descoberto que o filho era gay decidiu entregá-lo nas autoridades e abandonar o menor, na esquadra da Polícia de Segurança Pública de Valadares, em Vila Nova de Gaia.

Esta história de homofobia, contado pelo Jornal de Notícias, tem o lado insólito, mas acarreta um problema social grave. O menor entrou na esquadra, de madrugada, totalmente destroçado, e ficou sem abrigo, apenas devido à sua orientação sexual.

O progenitor (com formação superior) não aceita ficar em casa com o menor de idade, está em rejeição, e transportou para as autoridades a responsabilidade de acolher o filho. Dadas as circunstâncias, a PSP de Valadares procedeu de acordo com as normas e chamou os serviços de emergência social.

Perseguição, choque e desorientação

O caso ocorreu na passada quinta-feira. Uma fonte policial revelou ao JN que, depois de uma saída noturna, o rapaz de 15 anos foi perseguido pelo pai, que o viria a encontrar, por volta da 1h30 da madrugada, na discoteca Pride, localizada na cidade do Porto e freqüentada, sobretudo, por homossexuais.

Perante o choque de descobrir que o filho era gay, começou por chamar a polícia, acusando os proprietários do espaço de terem permitido a entrada a um menor de idade. A Polícia de Segurança Pública registou a ocorrência e tomou as medidas necessárias, já que a idade mínima para frequentar a discoteca é 18 anos.

Os dois regressam então a casa, localizada na freguesia gaiense, mas por pouco tempo. Já ás 4h30, o pai leva o filho à esquadra de Valadares. Segundo o JN, o menor apareceu na esquadra da PSP “lavado em lágrimas”. Sabia que iria ser entregue à polícia, sem cometer qualquer crime.
Fonte: (ptjornal.com)

sábado, 27 de agosto de 2011

Contra a homofobia, 10ª Parada da Diversidade une 60 mil Avenida Raul Lopes

Passava das 18 horas desta sexta-feira quando o hit "I Will survive", consagrado no final dos anos 70 pela cantora norte-americana Gloria Gaynor, deu a largada para a 10ª Parada da Diversidade, que este ano foi realizada pela primeira vez na Avenida Raul Lopes, zona leste da capital.
Com o lema "Cidadania LGBT e Sustentabilidade Ambiental: Para além do consumo", a edição deste ano da Parada defendeu iniciativas efetivas contra a homofobia e contra a degradação ambiental. "Somos a favor de iniciativas isentas de qualquer interesse comercial. Nossa preocupação é que a midiatização da homossexualidade ocorra apenas por interesse das empresas no potencial de consumo da comunidade LGBT", destacou Marinalva Santana, articuladora da Liga Brasileira de Lésbicas, entidade que organiza a Parada juntamente com o Grupo Matizes.
Desde a primeira edição até a do ano passado, o percurso da Parada da Diversidade iniciava na Praça da Bandeira e seguia até a Praça Pedro II, passando pelas ruas Rui Barbosa e Paissandu, além da Avenida Frei Serafim. Este ano, a concentração ocorreu em frente ao edifício Euro Business, percorrendo uma das vias da Avenida Raul Lopes até o balão localizado na Avenida Universitária, ao lado do campus do Ininga (na UFPI), e retornando até a Ponte Mestre João Isidoro França. A alteração foi determinada pela Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito, a Strans. O órgão alegou que a interdição da Avenida Frei Serafim no horário de pico prejudicava demasiadamente o trânsito, que, em geral, fica bastante congestionado no centro da cidade entre as 17 e as 19 horas.
Mesmo com a modificação do itinerário, a Polícia Militar estimou em 60 mil o público presente na 10ª Parada LGBT. Em 2010, foram 50 mil pessoas.
Na avaliação dos organizadores, mesmo com o sucesso de público confirmado, a mudança de local foi prejudicial, tendo em vista que a localização central facilitava o acesso das pessoas ao evento, sobretudo dos estudantes. Ainda assim, as entidades ficaram satisfeitas com o resultado obtido. "Nós fizemos tudo o que estava ao nosso alcance. Resistimos até o último momento a essa intransigência da Strans, com o intuito de garantir uma Parada tranqüila, pra cima, e facilitando a participação da população. A vantagem da Raul Lopes é que o espaço é mais amplo, o que permitiu que nós alugássemos um trio mais potente. Porém, nosso maior interesse é a participação popular", criticou Marinalva Santana.
Marinalva destacou que, além dos homossexuais e bissexuais, o evento também conta com a presença maciça de heterossexuais. "Como na sociedade em geral, as pessoas homoafetivas são minoria na população. Aqui também se observa uma presença expressiva de héteros", disse.
Para garantir a segurança do evento, foram destacados cerca de 120 homens, entre policiais militares, do 5º Batalhão da Polícia Militar, da Rone (Rondas Ostensivas de Natureza Especial) e da Coordenadoria de Gerenciamento de Crises e Direitos Humanos. A coronel Júlia Beatriz foi quem comandou a operação, que também contou com a participação de agentes da Strans.
"Nós esperamos que eventos como este consolidem-se, porque só assim a intolerância, a violência e o incentivo ao ódio não terão vez", avaliou Marinalva.
Este ano, o padrinho e a madrinha da Parada, eleitos por votação na internet, foram o artista plástico Tupy Neto e a jornalista Viviane Bandeira, do jornal O DIA. Eles percorreram o trajeto da Parada em cima do trio principal, juntamente com políticos eminentes, como os deputados Fábio Novo (PT) e Flora Izabel (PT), a vereadora Rosário Bezerra (PT) e a secretária Graça Amorim (PTB), titular da Secretaria Municipal do Trabalho, Cidadania e Assistência Social (Semtcas).
A DJ Dani Jales animou o público durante o percurso. E, ao final, a folia foi garantida pelo vocalista da banda Validuaté, José Quaresma, além de Gomes Brasil, Elaine Leonel, Jô Ribeiro e Claudia Simone. As drag queens Lilika Net Work, Five Queens e Lord Gaga fizeram as performances.
A Parada da Diversidade foi o evento de encerramento da 7ª Semana do Orgulho de Ser, iniciada no dia 21 de agosto, e que teve extensa programação.







Fotos de Jailson Soares e Cícero Portela
Fonte: (portalodia.com)